Vence o sono feito torpor
Aqui vai uma ocupação que me faz esquecer quem sou
Como esvair da consciência
O cotidiano me preenche
Fico preocupado não sei do quê
Tudo passa sem se dar conta
Nada que faço justifica quem sou
Ninguém projeta sombra
Onde estive livre ultimamente?
Fumaça, fumaça, feito tempo
Onde vendo minha alma que já não me faz falta?
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